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Na cama com Fry

26 de janeiro de 2007 at 21:34

Dé Damasc

Entrevistada da vez: Dé Damasc.*
Idade:18, moradora da Cidade de São Paulo

Fry: Estamos aqui com a primeira entrevista feito ao vivo para o Na Cama com Fry, olho no olho, tudo bom com você Dé?
Dé Damasc: Tudo às pampas, pena que eu tô menstruada…

Fry: Por que pena?
Dé Damasc: Porque eu estou no Sitio, que é loko! Com os meus amigos, minha “Família” e meu namorado que tinha ótimos planos de sexo selvagem em plena “moitinha”, quer dizer, mó selva…

Fry: Ah sim, agora eu entendi! Bom, então você tem namorado né? E já devem ter feito bastante coisa…
Dé Damasc: Ah Fry! Você sabe que rolou, mas como o pessoal que lê seu blog não sabe, eu sou uma pervertida irregeneravel…Eu e o Lê já fizemos coisas bem legais…

Fry: Por que você se autodenomina uma pervertida irregenerével?
Dé Damasc: Porque eu adoro uma putaria generalizada entre amigos e amigas…

Fry: Entre amigos e amigas hein? Tudo bem, a gente já fala disso! Por enquanto, vamos pelo básico! Quando começou a sentir sua sexualidade aflorando?
Dé Damasc: Quando eu tinha uns 12 anos, ah, cê sabe como é, no banho, sozinha na sala assistindo cine privê escondida dos meus pais, me tocando por debaixo das cobertas…

Fry: Você já tinha feito aluma coisa antes disso, ou foi aí que tudo começou?
Dé Damasc: Eu não me lembro bem ao certo quando foi, mas foi mais ou menos isso. Lembro bem a playboy que eu achei nas coisas do meu padrasto que ensinava como se masturbar com o chuveirinho no banho…Foi A descoberta!!

Fry: E quando começou com garotos?
Dé Damasc: Quando eu tinha 13 anos, eu tive a minha 1º masturbação com uma terceira mão, mas o garoto também era de primeira viagem e eu acabei dormindo.

Fry: Dormindo? Foi tão ruim assim? E você fez o que?
Dé Damasc: Eu na verdade era muito tímida, por encreça que parivel, e tava muito nervosa,ele pra ajudar não sabia muito o que estava fazendo, até me machucou um pouquinho… Acho que ele tinha esquecido de cortar a unha.

Fry: Depois disso, o passo seguinte foi…
Dé Damasc: Eu e meu namorado, isso com 14 anos, que era “A Sexual Innvendo” e muito gostoso, que começou a me convencer a partir da falha do meu antigo namorado: “…Ah, Dé, isso aqui é melhor porque não tem unha!!!”

Fry: Nossa! uma boa cantada, sacana. Mas você já tinha brincado com o do garoto também?
Dé Damasc: Não, como eu disse eu era muito jeca e sequer olhava pro dick dele…

Fry: Então, depois da brincadeira do dedo, foi direto pros finalmentes?
Dé Damasc: Não, eu esqueci de explicar que com 13 anos eu tinha um namorado, e como era quando eu morava em MT e voltei pro PR, eu perdi meu cabaço com o outro namorado, mas, nesse sim, a gente não demorou muito pra ir pros finalmentes…

Fry: E como foi a sua primeira vez?
Dé Damasc: Ahhh, você quer dizer as primeiras seis vezes? É que meu cabaço era de MEEEETAAALL!!! E demorou seis seções para se render… Foi na casa dele, na cama da mãe dele, no sofá, no quarto da empregada, enfim, na garagem… Depois da rompida, foi só alegria, porque antes foi só dor e sofrimento!

Fry: Ah, sim! Mas na primeira tentativa entrou?
Dé Damasc: Claro, mas doia muito, só foi romper na sexta vez!

Fry: mas vocês não brincaram de outras coisas nesse dia?
Dé Damasc: Não, ele era machista demais pra tal façanha!

Fry: UAU! Então quando você começou a descobrir outras formas de prazer?
Dé Damasc: Como eu já disse, ele era machista que até doía e o filho da Puta quis me dar um orgasmo a qualquer preço. Como eu já não tinha mais meu hímem, o resto foi facil, era um beijo no pescoço e uma lambida na orelha e já tinha tudo armado!

Fry: Daí foi? Ele conseguiu?
Dé Damasc: Orra! Foi o meu primeiro orgasmo! E do primeiro (e da emoção que ele proporciona) a gente nunca esquece! Acho que é por ser uma coisa nunca dantes “saboreada”…

Fry: Beleza! E quando foi a primeira vez que você masturbou seu namorado?
Dé Damasc: Não foi com esse namorado, porque eu o deixei no PR e vim morar aqui em SP, onde onde, 2 anos depois, eu conheci o Leandro. e foi dele o primeiro dick que eu peguei, chacolhei, chupei e blablablabla

Fry: E como foi a primeira chupada?
Dé Damasc: Foi na hora certa, nem antes nem depois, foi quando eu me senti preparada e além de tudo, quando eu mesma quis!

Fry: Ah, sim, isso é muito importante mesmo! E foi até o fim?
Dé Damasc: Não, porque ele gozou fora. pra confessar, eu tenho noj… Não seria capaz de engolir… Então ele gozou no Papel Higiênico.

Fry: Engolir não, mas já diexou ele gozar na sua boca?
Dé Damasc: Não! Nem pretendo!

Fry: E já deixou ele ejacular em alguma parte do seu corpo?
Dé Damasc: Não. mesmo porque nodda relação não é tão pervertida, é uma coisa (já) de marido e mulher! (maldita rotina)

Fry: Rotina? É só tentar coisas novas! Você disse que gosta de amigos e amigas. Você transaria com alguém olhando?
Dé Damasc: Dependendo do telespectador, com certeza! Só não fui ainda por falta de oportunidade e pudor exacerbado de um querido amigo (risos).

Fry: Então, não teria vergonha? Gostaria de olhar?
Dé Damasc: Dependendo do Estado de tesão, vergonha alguma! E eu não teria as manhas de assistir, acho que eu ia me excitar e querer um pra mim também!

De Damasc

Fry: E você acha que numa dessas poderia acontecer de todos se juntarem?
Dé Damasc: Não, com relação a contato físico, eu só quero o Leandro.

Fry: E Menage a Trois? Qual Faria?
Dé Damasc: Acho que o máximo que eu faria era sexo no mesmo ambiente e ao mesmo tempo que outros casais, mas sem parceiros a mais. Mas em outras épocas, acho que mais uma mulher seria interessante!!

Fry: Sexo com outra mulher… E aí, você faria, ou já fez?
Dé Damasc: Nunca fiz. Mas quem sabe, se o meu Maridinho doce e lindo não tivesse entrado na minha vida… Quem sabe eu seria Bi… Mas hoje e sempre eu fui fiel a ele, a descontar as beijoscas entre mim e a Aline!!!

Fry: mas então, só não faria por estar compromissada, mas e se ele concordasse?
Dé Damasc: Não sei. Acho que não é o fato do nosso compromisso que me impede, e sim a fidelidade, respeito e unilateral amor que guardo por ele dentro de mim. Não seria legal trair a mim mesmo.

Fry: Saindo desse campo então. Você faria anal?
Dé Damasc: Não e nem pretendo! Daqui só sai!

Fry: Esqueci de mencionar algo extra que vocÇe já tenha feito?
Dé Damasc: Deixe-me pensar… Acho que não. Só pra explicar, e ninguém ficar pensando que eu sou lésbica, acho que (dependendo) sexo entre mulheres pode ser interessante, por er menos degenerante do que entre homens. E a história do homem entrar na segunda parte é bem legal. Mas tenho pelnos controles sobre o que penso, sintoe faço, sacou?

Fry: Saquei! Qual foi o lugar mais esquesito que você já transou?
Dé Damasc: Num caminhão frigorífico em movimento, com os meus dois cunhados no mesmo lugar, mas tava mó breu e nós fomos muito silenciosos.

Fry: Você já se arrependeu alguma vez de ter transado?
Dé Damasc: Acho que não.

Fry: Bom, voc~e se masturba com freqüencia?
Dé Damasc: Ante era mais, mas agora só de vez em quando. Sei lá, eu tenho uns lances estranhos. Ás vezes eu ouço alguma música ou vejo algo (quando estou só) que me deixam com uma vontade louca de ter um orgasmo, e o lê está indisponivel na parte da tarde. Aí é inevitavel, parto para o plano B.

Fry: Como assim, músicas ou coisas?
Dé Damasc: Tem uma música do Nevermore que diz assim: “Meet in the dream time (…) Swim though me…” No contexto, a morte da paixão da vida do cara, que o deixou desamparado, só, sem esperanças nem crenças, sem vontade de viver. E essa frase é excitante! É uma mistura de mundo real com o desconhecido. Ele termina assim: “My only cure, won’t you meet me?…” Aliás, essa é A Banda! Tem outra que diz “entre no jardim das sombras, onde podemos nos desfrutar carnalmente, desfrutar das políticas do êxtase, onde não há dor nem sofrimento onde nós podemos desaparecer…”

Fry: Nossa, no mínimo interessante! Realmente… Bom, continuando, você transaria e tiraria fotos de você e o Leandro juntos?
Dé Damasc: Acho que não, é muito íntimo!

Fry: Nem só pra vocês?
Dé Damasc: Pode cair em mãos erradas!

Fry: Ah sim! Você já se masturbou com algum objeto?
Dé Damasc: Sim. Já viu aqueles aparelhos massageadorespara celulite? Ele sobre o Clítores faz o maior estrago!!!

Fry: Qual a coisa que mais te excita?
Dé Damasc: Depende. As mais mais são: Vinho pra caramba, beijo no pescoço e várias palavras perversas ao pé do ouvido. E como já disse o poeta: “Um tapinha não doi!”

Fry: Você tem tendencias Sadomasô?
Dé Damasc: Eu sou meio violenta, revoltada, nervosa e estressada, até estupida, mas na hora do “vamo-vê”, adoro um puxão mais forte, mordida no pescoço e tapa nas coxas. Ah, e um “sexo firme”

Fry: Hum, certo certo… Você tem outros tipos de tara?
Dé Damasc: O Lê adora meu pé e eu adoro aquele barrigão! mas eu me excito com coisas cada vez mais diversificadas, mas nunca me ligo a uma delas, deixo por conta do momento. Certa vez eu tive um orgasmo me lembrando do filme O Exorcista, na parte que a menina se multila vaginalmente com um crucifixo dizendo: “Me fode Jesus, me fode!” (no momento em que eu assisti o filme achei horrivel, pois sou cristã convicta. mas no momento do sexo, veio de repente este pensamento pecaminoso, e o pior, foi um tesão d’outro mundo”

Fry: Tem alguma coisa que seu namorado gosta de fazer e você não? Vice versa…
Dé Damasc: De quatro, eu não gosto, Papai Mamãe ele não aguenta mais…

Fry: O que você mais gosta que ele faça?
Dé Damasc: Oral, certamente! Ou quando estimula o clitores durante a penetração. A segunda coisa me tira do sério, é realmente muito bom!!

Fry: Dé, você já foi pega transando, se masturbando, enfim…?
Dé Damasc: Não, mas foi por pouco. uma vez eu e o Lê estavamos na maior furunfa, e então eu ouvi um barulho na porta; peguei minha roupa e corri pro banheiro. Não deu outra, enquanto ele dizia que não era nada bateram de novo, era a família toda… eu levei mais de dois minutos para sair do banheiro… nem deu na cara né?

Fry: Putz! Você costuma gemer? Como?
Dé Damasc: Sim, costumo gemer as beiras do orgasmo, antes não pois não acho legal forçar uma barra, mas às vezes gosto de fazer em silencio, outras vezes gosto de gritar bem alto. Tudo depende do momento.

Fry: O que gosta de falar e ouvir enquanto transa?
Dé Damasc: Também depende. às vezes eu tô a pampa de ouvir um “eu te amo” ou “você é muito fofa!” ou ainda “goxtossinha!” naquele modo babaca e infantil de falar (que as vezes adoro!) E também tem o dia que eu gosto de ouvir algo meio pornô, tipo “quero te ver gozar bem gotoso…” ou “Eu adoro isso…” mas também me dá as loucas e de vez em quando eu gosto de ouvir um : “Eu vou comer sua buceta, sua puta!”. Sei lá, as vezes sexo selvagem é legal (mas não gosto de sadomasoquismo) sou adpeta de um tapinha não doi! Mas ó “tapinha de amor”!!!

Fry: Tem alguma fantasia que ainda não realizou?
Dé Damasc: transar numa piscina e num Motel bem, bem, bem legal. Eu tenho também a fantasia de… Ah, deixa pra lá…

Fry: Qual foi a melhor trepada da sua vida? E qual o melhor amor?
Dé Damasc: MELHOR TREPADA: Uma vez em que eu e o lê dissemos para todos que iriamos para o shopping, pois os pais dele tavam viajando. Aquele dia foram três vezes: na cadeira, na mesa e no chão. Ah, só de lembar me dá até vontade! Foi muito GOSTOSO! MELHOR AMOR: Ah, não lembro. Como esse lance de não trepar, e sim fazer amor é meio estranho… pois todos os amore quando feitos são bons, sacou? Às vezes, trepar é só trepar, às vezes nem rola orgasmo. Amor não, ele acaba rolando com sinceridade.

Fry: Bela resposta, o que acha melhor? Trepar ou fazer amor?
Dé Damasc: Depende, também. Cada um em seu momento de preferência, trepar é mais carnal, sacanagem, perversão, fornicação, furunfa mesmo. É a piração! Já fazer amor é com o sentimento, sem pressa, se curtindo, aguçando os sentidos, deixando se levar pelo momento e ambiente.

Fry: Participaria de uma roda de masturbação? todo mundo se masturbando olhando o outro se masturbar?
Dé Damasc: Sei lá, dependendo do meu estado de êxtase pós bebedeira, acho que sim. Aliás, eu acho que aprontaria bastante coisa. Mas seguro a minha onda pela Lê, já vivemos quase como casados, e isso requer sacrificar certas coisas de ambas as partes. Coisas de todo tipo. Mas se ele tivesse na onda, beleza, sem problema.

Fry: Qual sua posição favorita?
Dé Damasc: Eu de costas e em baixo. ei lá, ás vezes a gente tenta uma nova e dá certo, e é legal.

Fry: Acho que vamos ficando por aqui, obrigado por dar esta entrevistaao vivo para mim!
Dé Damasc: Fry, foi um prazer estar na cama com você! Foi realmente Heavy Metal essa entrevista! Se não for Xou da Xuxa demais, eu queria mandar um beijo para a comunidade Macedônia, e um beijo especial para a Aline e um na boca do Leandro! E um beijo babado para os visitantes deste Blog! Ps. Transmiti essa entrevista ao som de Nevermore, o primeiro CD.

*Por questões de sigilo, não poderemos dizer o nome verdadeiro da pessoa, mas ela realmente existe, e suas respostas são verdadeiras, não é uma obra de ficção.

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2
  • fabi
    19:12 em
    fevereiro 3rd, 2007 1

    ai..tnho ate vergonha dixo…mas preciso
    de dikas…
    axim eu namoro e tal..mas morro de vergonha
    de faze kalker koisa com meu namo
    tpw ele ki faz td…

    keria conseguir ter maix atitude…e tpw hj ele pediu pra mim
    dar beijos no pescoço dele…soh ke eu nunka
    fiz ixo antes!dai tenho medo d faze feio…

    e naum consigo fala ixo pa ele
    qq eu faxo?????

    me ajudem!!!!

  • cleiton
    8:20 em dezembro 31st, 2007 2

    trassar gostoso com voçe tarada

 

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