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	<title>Na cama com Fry &#187; Kinsey Institute</title>
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	<description>Entrevistas sexuais e  conteúdo adulto em geral</description>
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		<title>O que é sexo?</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 01:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Fry</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que você entende pela palavra Sexo? O que passa pela sua cabeça quando você ouve falar em &#8220;sexo&#8221;? De acordo com uma pesquisa realizada pelo The Kinsey Institute for Research in Sex, Gender, and Reproduction (Instituto Kinsey de pesquisa sobre sexo, sexualidade e reprodução) com 204 homens e 282 mulheres entre 18 e 96 [...]]]></description>
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<div id="attachment_690" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-full wp-image-690 " title="É sexo?" src="http://www.nacamacomfry.com.br/nacama/wp-content/uploads/sexo2.jpg" alt="É sexo?" width="321" height="240" /><p class="wp-caption-text">Isto é sexo para você?</p></div>
<p>O que você entende pela palavra Sexo? O que passa pela sua cabeça quando você ouve falar em &#8220;sexo&#8221;?</p>
<p>De acordo com uma pesquisa realizada pelo <a href="http://www.publish.csiro.au/nid/164/paper/SH09068.htm" target="_blank">The Kinsey Institute for Research in Sex, Gender, and  Reproduction </a>(Instituto Kinsey de pesquisa sobre sexo, sexualidade e reprodução) com 204 homens e 282 mulheres entre 18 e 96 anos a definição de sexo é mais ampla do que poderíamos imaginar. Veja o resultado:</p>
<p><strong>Penetração vaginal</strong> &#8211; foi considerada sexo por 90% dos entrevistados. Porém, se não terminar em ejaculação masculina essa porcentagem cai para 89,1%</p>
<p><strong>Penetração anal</strong> – não foi considerada sexo por 20% dos entrevistados</p>
<p><strong>Sexo oral</strong> – 30% disseram que não é sexo</p>
<p><strong>Estimulação genital</strong> &#8211; se for recebida, 48,1% consideram sexo, se for dada, a porcentagem cai para 44,9%</p>
<p>A maior diferença está no que os mais velhos acham sobre sexo em relação aos mais novos. Porém existe também uma grande diferença entre culturas. Eu por exemplo, quando trabalhei com indianos fui surpreendido por eles filmando pessoas no Parque do Ibirapuera &#8220;fazendo sexo&#8221;. O que pra eles eram casais copulando é conhecido por nós como &#8220;casais se beijando no lago&#8221;. Pois é, beijo de língua, para eles, é sexo.</p>
<p>A conclusão disso tudo é que é preciso enaltecer o uso de uma terminologia especifica em se tratando de pesquisas sobre sexo, campanhas sobre sexo seguro e educação sexual. pesquisadores, educadores e médicos devem tomar cuidado e não assumir que suas próprias definições sobre &#8220;fazer sexo&#8221; são compartilhadas por seus pesquisados, alunos e pacientes.</p>
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		<title>Alfred Kinsey</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 20:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Fry</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vamos Falar Sobre Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Alfred Charles Kinsey (Hoboken, 23 de junho de 1894 — Bloomington, 25 de agosto de 1956) foi um entomologista e zoólogo norte-americano. Em 1947, na Universidade de Indiana, fundou o Instituto de Pesquisa sobre Sexo, hoje chamado de Instituto Kinsey para Pesquisa sobre Sexo, Gênero e Reprodução. Suas pesquisas sobre a sexualidade humana influenciaram profundamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p align="center"><img src="http://www.fry.blog.br/nacama/wp-content/uploads/alfred_kinsey.jpg" alt="Alfred Kinsey" /></p>
<p>Alfred Charles Kinsey (Hoboken, 23 de junho de 1894 — Bloomington, 25 de agosto de 1956) foi um entomologista e zoólogo norte-americano. Em 1947, na Universidade de Indiana, fundou o Instituto de Pesquisa sobre Sexo, hoje chamado de Instituto Kinsey para Pesquisa sobre Sexo, Gênero e Reprodução. Suas pesquisas sobre a sexualidade humana influenciaram profundamente os valores sociais e culturais dos Estados Unidos, principalmente na década de 1960, com o início da revolução sexual. Ainda hoje, suas obras são consideradas fundamentais para o entendimento da diversidade sexual humana.</p>
<p>Kinsey iniciou seus estudos sobre práticas sexuais humanas após uma discussão com o colega Robert Krog, na Universidade de Indiana. Após ter concluído, em seus estudos de entomologia, que nenhuma vespa era igual à outra, e que as práticas de acasalamento das vespas eram extremamente variadas, Kinsey percebeu que, apesar da falta de estudos sobre a sexualidade humana, essa característica de diversidade sexual era comum entre os animais e, dentre estes, os humanos. Kinsey queria que a educação sexual fosse abordada em uma disciplina exclusiva, algo inexistente na época. Ao fazer isto, Kinsey conseguiu criar a disciplina acadêmica de sexologia, ciência da qual é considerado o criador. Após muita persistência, em 1935 Kinsey conseguiu recursos financeiros junto à Fundação Rockefeller e pôde, então, iniciar sua pesquisa sobre a sexualidade humana. Para isso, Kinsey montou e treinou uma equipe que entrevistaria, nos anos seguintes, milhares de pessoas em todo o território dos Estados Unidos.</p>
<p>Os Estudos de Kinsey são dois livros controversos sobre comportamento sexual humano, Sexual Behavior in the Human Male (1948) e Sexual Behavior in the Human Female (1953), por Dr. Alfred C. Kinsey, Wardell Pomeroy e outros. Kinsey era um zoologista na Indiana University at Bloomington e o fundador do Institute for Sex Research.</p>
<p>As pesquisas de Kinsey&#8217;s supreenderam o público em geral e foram imediatamente foco de controvérsia e visibilidade. As suas conclusões causaram choque e escândalo, não só por desafiarem ideias convencionais sobre a sexualidade mas também porque discutia questões que eram até então tabu. O senso comum que a heterossexualidade e a abstinência eram a norma quer ética quer estatística não tinha até então sido seriamente posto em causa.</p>
<h2>A Escala Kinsey</h2>
<p>Pesquisas sobre a conduta sexual de homens e mulheres coordenadas por Alfred Kinsey (1948 e 1953) indicaram que a orientação sexual dos indivíduos pode ser medida e classificada. A partir das respostas a questionários aplicados a um universo de 17.000 homens brancos norte-americanos, os dados foram tabulados e deram origem à Escala Kinsey. Na elaboração desta escala foram consideradas as experiências sexuais e as reações psicológicas dos indivíduos, em diferentes etapas de suas vidas, e resultou a seguinte classificação:</p>
<ul>
<li>Heterossexual exclusivo;</li>
<li>Heterossexual ocasionalmente homossexual;</li>
<li>Heterossexual mais do que ocasionalmente homossexual;</li>
<li>Igualmente heterossexual e homossexual, também chamado de bissexual;</li>
<li>Homossexual mais do que ocasionalmente heterossexual;</li>
<li>Homossexual ocasionalmente heterossexual;</li>
<li>Homossexual exclusivo;</li>
<li>Indiferente sexualmente.</li>
</ul>
<p>Esta classificação é acompanhada pelas seguintes estimativas porcentuais:</p>
<ul>
<li>Aproximadamente 50% dos homens não tiveram qualquer experiência homossexual aberta ( nem física , nem psíquica), desde o início da adolescência.</li>
<li>Do total da população masculina estudada, 37% tiveram pelo menos uma experiência abertamente homossexual, até o orgasmo, entre a adolescência e a idade adulta.</li>
<li>Cerca de 13% dos homens  tiveram uma reação erótica por outros homens sem manter qualquer experiência abertamente homossexual, desde o início da adolescência.</li>
<li>30% dos homens tiveram experiências homossexuais, pelo menos incidentalmente, durante um período mínimo de três anos, entre 16 e 55 anos.</li>
<li>Cerca de 13% dos homens tiveram mais experiências homossexuais que heterossexuais durante um período mínimo de três anos, entre 16 e 55 anos.</li>
<li>Quase 10% dos homens foram exclusivamente homossexuais durante um período mínimo de três anos, de 16 e 55 anos.</li>
<li>E 4% dos homens são exclusivamente homossexuais ( experiências físicas e psíquicas) por toda a vida, desde a adolescência.</li>
</ul>
<p>A pesquisa de Kinsey sobre a mulher , em 1953, indicou que a incidência da homossexualidade feminina era consideravelmente menor. No entanto, ressalvou que as mulheres possuem uma sexualidade mais polimorfa e variada. De acordo com essa pesquisa:</p>
<ul>
<li>Aproximadamente 13% das mulheres tiveram desejos ou experiências homossexuai .</li>
<li>Foram consideradas exclusivamente homossexuais 6% das mulheres.</li>
</ul>
<p>Estudos posteriores aos de Kinsey têm confirmado que a incidência da homossexualidade exclusiva ou preferencial nas sociedades ocidentais é de 5 a 10% da população.</p>
<p>Mesmo com eventuais erros estatísticos, alguns deles até admitidos por Kinsey, a verdade é que nunca antes houve um estudo sobre sexualidade humana envolvendo tantas pessoas. É por isso que, até hoje, estes dados ainda são considerados como um dos maiores estudos mundiais de comportamento sexual humano.</p>
<p>Como um resultado prático dos estudos de Kinsey, em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria removeu a homossexualidade da lista de desordens mentais, recusando-se a continuar considerando os homossexuais como diferentes ou passíveis de correção. O mesmo aconteceu com a Organização Mundial de Saúde (OMS), que também passou a não considerar a homossexualidade como uma doença, a partir de 1986.</p>
<p align="center"><img src="http://www.fry.blog.br/nacama/wp-content/uploads/kinsey-poster01t.jpg" alt="Filme Vamos falar sobre Sexo" /></p>
<p>Em 2004 Vamos Falar sobre Sexo (Let&#8217;s talk about sex) levou ao cinema a vida de Kinsey, não apenas uma biografia, mas um ótimo filme com Liam Neeson como Alfred Kinsey e Laura Linney como Clara McMillen, sua esposa, Fry recomenda!!</p>
<p><strong>Links:</strong><br />
<a href="http://www.indiana.edu/~kinsey/">Kinsey Institute Website</a><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfred_kinsey">Wikipedia &#8211; Alfred Kinsey</a><br />
<a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/kinsey/kinsey.htm">Vamos Falar Sobre Sexo</a></p>
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